Coronavírus e Home Office

Coronavírus e Home Office :demanda por internet Deixe um comentário

Você sabe como está a demanda por internet em tempo de Coronavírus e Home Office?

O aumento da demanda por internet já é uma realidade em tempos de Coronavirus. Clientes demandando mais banda para as inúmeras atividades que migraram de presenciais para virtuais viraram a realidade dos provedores de internet em todo o país.

Mas como investir no aumento de demanda sem a segurança de que a demanda permanecerá mais alta no médio e longo prazos?

Home Office

O home office, que já era para muitos uma prática desejada e apontada como um dos diferenciais para a retenção de talentos em vários estudos de RH, ampliou sua aplicação exponencialmente, e estudos apontam que essa realidade veio pra ficar, garantindo demanda por longo prazo.

No Brasil, 45% das empresas já adotavam algum tipo de trabalho remoto em 2018. Em entrevista à Revista Exame na segunda quinzena de março, Luis Otávio Camargo Pinto, presidente da Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades afirmou: “Este momento será um divisor de águas para o teletrabalho. Obrigadas a usar a modalidade, as empresas vão perceber que é eficaz e o preconceito vai diminuir”.

Previsões !

E as previsões parecem haver se confirmado. Após as primeiras semanas de experiência com a prática, isso porque, vemos empresas enviando cadeiras ergonômicas para as casas de seus colaboradores, caso da Nubank, subsidiando a assinatura de planos de internet de seus funcionários, como a Tabmedia, e considerado adotar a prática de forma permanente após a crise, como é o caso da Red Ventures.

Em matéria divulgada no último dia 07, a própriaSobratt . Divulgou que no Banco Neon, por exemplo, a produtividade das equipes de atendimento aumentou 13% com os empregados em casa. Segundo o diretor o diretor Jean Sigrist, a companhia, que já adotava a prática em um ou dois dias da semana para parte da equipe, colocou praticamente 100% dos cerca de 800 funcionários em home office em meados de março. “A satisfação dos trabalhadores melhorou com a proximidade da família, na segurança de casa, e com a economia no tempo de deslocamento”, afirma.

Comportamento Corporativo

Atento a essas mudanças de comportamento corporativo, o diretor-executivo da Infobase e coordenador do MBA em Marketing e Inteligência de Negócios Digitais da Fundação Getúlio Vargas.  André Miceli, desenvolveu o estudo “Tendências de Marketing e Tecnologia 2020: Humanidade redefinida e os novos negócios”.

Segundo André Miceli, o home office deve crescer 30% após a crise do coronavírus , sendo assim é fundamental que os líderes de negócios pensem, testem e compreendam que a tecnologia é, cada vez mais, um ativo humano.

“O home office já se mostrou efetivo. Isso porque, aliado a isso, você tira carros da rua, você desafoga o transporte público, você mobiliza a economia de outra forma. E você faz com que as pessoas tenham mais tempo para cuidar da saúde delas e que elas possam usufruir de coisas que lhe dão prazer. Além disso, sem que você tenha uma redução das entregas e do faturamento”, ressalta o professor da FGV.

Provedores de internet em todos os lugares devem se preparar para esse aumento de demanda permanente. 

No momento de crise, clientes são compreensivos com uma qualidade menor de streaming, sendo assim, uma dificuldade maior na velocidade de conexão. Mas passada a crise, ficarão os hábitos digitais e a demanda por qualidade de conexão certamente aumentará.

Portanto, para evitar perder clientes que buscam por mais qualidade de internet em um futuro próximo e permanente. Ou seja, provedores devem rever suas estruturas de transporte, gestão e distribuição de banda.

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